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Ataque a bomba em Mogadíscio deixou ao menos 276 mortos e 300 feridos

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O presidente somali, Mohamed Abdullahi Mohamed, prometeu nesta quarta-feira (18) intensificar a guerra contra os insurgentes islamitas shebab durante uma manifestação de milhares de pessoas em memória aos cerca de 300 mortos no atentado mais letal já registrado em Mogadíscio.

Com faixas vermelhas amarradas na cabeça, os participantes da manifestação passaram pelos locais da explosão de um caminhão-bomba em um bairro movimentado da capital, antes de se reunirem em um estádio, aos gritos de "estamos prontos para lutar".

Apesar de habituada a atentados e ataques de extremistas, Mogadíscio ficou particularmente chocada com a explosão, que deixou ao menos 276 mortos e 300 feridos. O atentado não foi reivindicado, mas as autoridades não têm qualquer dúvida sobre a responsabilidade dos islamitas somalis vinculados à Al-Qaeda, que lançam frequentemente atentados suicidas em Mogadíscio e arredores.

Diante da multidão, o presidente somali declarou que o atentado "mostrou que nós não fizemos o suficiente para deter os shebab".

"Se não respondermos hoje, é certo que chegará o momento em que serão nossos próprios corpos em pedaços que serão recolhidos do chão. Devemos resistir juntos e combater os shebab, que continuam a massacrar nosso povo", acrescentou.

Ignora-se, no entanto, o que o dirigente somali, que chegou ao poder há oito meses prometendo eliminar este grupo islamita, avalia como medidas inéditas para impedir outros atentados.

Outras manifestações e protestos de unidade também foram celebradas em cidades do centro e do sul da Somália.

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AFP