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O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, em São Paulo, em 21 de novembro de 2016

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O presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, voltou a pedir às partes em conflito na Venezuela, nesta segunda-feira (19), que deixem a violência de lado e retomem o diálogo para superar a crise.

Vázquez ofereceu a colaboração do Uruguai nesse sentido.

"Quando um povo está sofrendo, como sofre o venezuelano, acredito que o melhor que podemos fazer é estender uma mão amiga, fraterna, para encontrar - por meio do diálogo - a reconciliação e a busca da garantia dos caminhos democráticos. Esse é o caminho. Foi o que o governo uruguaio escolheu para enfrentar essa situação", opinou.

Vázquez falou com a imprensa em um ato em Montevidéu por ocasião do 253º aniversário do nascimento do herói uruguaio José Artigas. No evento, o presidente lamentou o saldo trágico dos protestos da oposição e da repressão policial na Venezuela. São cerca de 70 mortos até o momento.

"Rejeitamos todo tipo de violência. O caminho não é esse. É o diálogo e a tolerância", insistiu.

O governo de Vázquez recebeu duras críticas do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, assim como da oposição local, a qual alega que o vizinho tem sido muito flexível sobre o tema.

Maduro chegou a acusar o chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, e o secretário-geral da OEA, o também uruguaio Luis Almagro, de estarem por trás de um complô promovido pelos EUA contra Caracas.

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AFP