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Uma temporada média produz 12 tempestades intensas o suficientes para receber um nome

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O oceano Atlântico pode sofrer este ano de 11 a 17 grandes tempestades e cerca de nove furacões em uma temporada mais ativa que a média, anteciparam meteorologistas americanos nesta quinta-feira.

A ausência do El Niño, um fenômeno climático que aquece as águas e tende a reduzir a probabilidade de ocorrência de furacões, é o fator principal que explica que mais tempestades sejam aguardadas para este ano.

Uma temporada média produz 12 tempestades intensas o suficientes para receber um nome. Destas, seis viram furacões.

"Este pronóstico reflete nossa expectativa de que o El Niño seja frágil ou inexistente", disse Gerry Bell, meteorologista do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).

A temporada de furacões no Atlântico começa em 1º de junho e termina em 30 de novembro.

"Os meteorologistas preveem 70% de probabilidades de ocorrerem de 11 a 17 tempestades com nome", indicou a NOAA em um comunicado, referindo-se às tempestades que atingem ventos de pelo menos 63 km/h.

Entre cinco e nove destas tempestades poderiam se transformar em furacões, com ventos de 119 Km/h ou superiores.

Destes, dois a quatro podem ser importantes, ou seja, de categoria 3 a 5 e com ventos de mais de 179 Km/h.

Arlene, uma tempestade incomum fora da temporada foi registrada este ano em abril no Atlântico oriental.

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