Navigation

Primeira etapa do próximo foguete que irá à Lua foi concluída

Engenheiros e técnicos trabalham nos componentes do foguete afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 09. dezembro 2019 - 19:00
(AFP)

A primeira etapa do primeiro exemplar do foguete de lançamento SLS da Nasa foi concluída - afirmou nesta segunda-feira (9) o chefe da agência espacial americana, que assegurou que o programa de retorno à Lua será mantido para 2024.

"A primeira etapa está completamente concluída", diz uma faixa no local da montagem de Michoud, em Nova Orleans, onde fica a base principal do Sistema de Lançamento Espacial (SLS), construído pela Boeing para a Nasa.

Este equipamento laranja, que contém quatro motores, mede 60 metros de altura e conterá 2,7 milhões de litros de hidrogênio e oxigênio líquidos.

Seu papel será empurrar a cápsula habitada Orion a uma velocidade suficientemente alta (39.000 km/h) para que ela possa se separar da gravitação da Terra e se mover em direção à Lua.

O foguete SLS será maior que a Estátua da Liberdade e mais poderoso que o famoso Saturno V, que levou astronautas americanos à Lua de 1969 a 1972.

Desta vez, o programa não se chama Apollo, mas Artemis. A missão Artemis 1, originalmente programada para 2020, provavelmente decolará em junho de 2021, de acordo com um relatório de auditoria independente. Este primeiro voo de teste será sem astronautas.

"Vamos testar sua capacidade, vamos levá-la ao Cabo (Canaveral) e estaremos prontos para lançar astronautas americanos na Lua novamente", disse Jim Bridenstine, administrador da Nasa.

Ele reiterou que a missão Artemis 3, que enviará os astronautas para pisar em solo lunar, será realizada em cinco anos, conforme solicitado pelo presidente Donald Trump.

"Nosso objetivo é enviar a primeira mulher e o próximo homem ao Polo Sul da Lua em 2024", completou.

As despesas totais do programa de retorno à Lua, incluindo o SLS, Orion e as instalações terrestres, são próximas a US$ 34 bilhões.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.