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A primeira-ministra Nicola Sturgeon, no dia 8 de maio de 2017

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A primeira ministra escocesa, Nicola Sturgeon, declarou neste domingo (14) que gostaria que a Escócia fizesse parte da União Europeia (UE), porém sem adotar o euro como moeda.

Sturgeon disse que essa poderia ser uma "fase de aproximação", e que a Escócia se uniria primeiro à Associação Europeia de Livre Comércio" (AELC), juntamente com Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.

Em declarações à BBC, Sturgeon afirmou que a população da Escócia também poderá eleger o seu Partido Nacional escocês nas eleições gerais de junho para tornar possível que o país tenha espaço nas negociações do Brexit.

"Caso a Escócia torne-se independente, queremos que a Escócia seja membro permanente na União Europeia", falou.

"Agora pode ser que tenhamos uma fase de aproximação", constatou, confirmando que a Escócia pode ter que considerar em um primeiro momento a adesão à AELC "por necessidade".

Nicola Sturgeon pediu um referendo para a independência da Escócia, depois de afirmar que o governo britânico rejeitou seu pedido de dar à Escócia uma permissão especial para permanecer no mercado único europeu.

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