Navigation

Primeira sonda lunar israelense entra na órbita do satélite

Decolgem do SpaceX com a sonda israelense Bereshit, em 21 de fevereiro de 2019 em Cabo Caaveral na Flórida, Estados Unidos afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 04. abril 2019 - 17:08
(AFP)

A primeira sonda israelense com destino à Lua, enviada ao espaço em fevereiro, efetuou nesta quinta-feira a manobra decisiva para entrar na órbita lunar, anunciaram os responsáveis da missão.

A manobra foi transmitida ao vivo do centro de controle em Yehud (centro de Israel).

"É um momento histórico", celebrou Morris Kahn, presidente da SpaceIL, organização privada que desenvolveu a sonda em associação com a sociedade aeroespacial Israeli Aerospace Industries (IAI), uma das maiores empresas de defesa israelenses.

"Após seis semanas no espaço, passamos a um novo nível crítico com a sonda que penetra na órbita lunar", declarou o diretor da SpaceIL, Ido Antebi.

Denominada Bereshit (Gênesis, em hebreu), a sonda foi lançada na noite de quinta-feira 21 de fevereiro da base americana de Cabo Canaveral, na Flórida.

O aparelho de 585 quilos foi enviado ao espaço com um foguete Falcon 9 da firma americana SpaceX, que pertence ao empresário Elon Musk.

A sonda efetuou várias órbitas elípticas ao redor da Terra, aproveitando a atração gravitacional para ir tomando velocidade lentamente e sem gasto de combustível, antes de dirigir-se à Lua, onde chegará em 11 de abril.

"Em uma semana, entraremos para a história com o pouso previsto na Lua", acrescentou Kahn.

Até agora somente a Rússia, os Estados Unidos e a China enviaram aparelhos à Lua, que está a 384.000 km de distância média da Terra.

Cerca de 50 anos depois dos primeiros passos do homem na Lua, o satélite, abandonado por um tempo pela exploração espacial, volta a suscitar interesse. Em janeiro, a China aterrissou no lado escuro da Lua.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.