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Menina reage à interdição da área do atentado desta terça-feira em Nova York

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A influência do grupo extremista Estado Islâmico (EI) no atentado que deixou oito mortos e 11 feridos nesta terça-feira (31) em Nova York parecia se confirmar hoje (1º).

Seguem abaixo os principais atentados que estariam ligados ao extremismo islâmico nos Estados Unidos:

Atropelamento em Manhattan

Em 31 de outubro de 2017, Sayfullo Saipov, um uzbeque de 29 anos, matou oito pessoas e feriu outras onze ao atropelar ciclistas e transeuntes em uma ciclovia no sul de Manhattan. As autoridades afirmaram que se trata do "ataque terrorista" mais mortífero em Nova York desde 11 de setembro de 2001.

Saipov, que chegou aos Estados Unidos em 2010 e possui visto de residência permanente, "está ligado ao EI" e "se radicalizou" no país, segundo o governador de Nova York, Andrew Cuomo, que qualificou o agressor de "lobo solitário".

Após atropelar as pessoas e bater em um micro-ônibus, o agressor saiu do veículo, uma caminhonete branca alugada, com duas armas, uma de ar comprimido e outra de paintball. Ele foi baleado no abdome por um policial e levado para o hospital.

Boate gay em Orlando

Em 12 de junho de 2016, Omar Mateen, um americano de orgiem afegã, matou 49 pessoas e feriu outras 53 numa boate gay em Orlando (Flórida), no que foi o pior atentado no país desde o 11 de setembro.

Após três horas de negociações, foi morto pela polícia. Mateen fez apologia do EI ao telefonar ao serviço de emergência quando iniciou o ataque. O grupo extremista reivindicou a ação.

Massacre de San Bernardino

Em 2 de dezembro de 2015, um casal fortemente armado abre fogo no jantar de Natal de uma equipe de profissionais de Saúde, em San Bernardino, na Califórnia. O número de mortos chegou a 14.

O ataque foi lançado pela paquistanesa Tashfeen Malik, de 29 anos, e por seu marido, o americano Syed Farook, de 28, com fuzis de assalto e com explosivos. Eles foram abatidos pela Polícia.

Na ocasião, o Estado Islâmico saudou os autores da tragédia, classificando-os de "soldados" de seu autoproclamado "califado", mas sem assumir a autoria do atentado.

Tiroteio em um centro militar

Em 16 de julho de 2015, Mohammad Yussef Abdulazeez - nascido no Kuwait e naturalizado americano - atacou um centro de recrutamento militar e, depois, um centro de reservistas da Marinha, em Chattanooga, no Tennessee (sul), matando cinco militares com um fuzil de assalta. Ele também foi morto pela Polícia.

Em dezembro, o Pentágono e o FBI (a Polícia Federal americana) reconheceram que o ataque foi "motivado" pela propaganda de uma organização terrorista estrangeira, sem mais detalhes. Já a família da vítima revelou que o jovem sofria de problemas mentais.

O EI convocou seus seguidores a tomar militares americanos como alvo, onde que que estejam.

Ataque em Dallas

Em 3 de maio de 2015, a Polícia matou dois jovens armados que abriram fogo na periferia de Dallas, no Texas (sul dos EUA), perto de um local onde acontecia um concurso de charges de Maomé.

O deputado holandês Geert Wilders - autor, em 2008, de um filme que liga o Islã ao terrorismo - era um dos convidados.

De acordo com o SITE, organização especializada no monitoramento das páginas extremistas na Internet, um homem que disse pertencer ao EI afirmou no Twitter que o ataque havia sido cometido por simpatizantes desse grupo.

Foi a primeira vez que o Estado Islâmico assumiu oficialmente um ataque em um país ocidental. O secretário americano da Defesa disse que o atentado parecia ter sido "inspirado", mas não "realizado" pelo EI.

Maratona de Boston

Em 15 de abril de 2013, duas bombas de fabricação artesanal acionadas por dois jovens de origem chechena explodiram perto da linha de chegada da maratona de Boston. Três pessoas morreram, e outras 264 ficaram feridas - muitas, gravemente.

Após quatro dias de caçada policial, Djokhar Tsarnaev foi detido horas depois da morte de seu irmão, Tamerlan, nas mãos da Polícia. Foi condenado à morte em 2015.

Base de Fort Hood

Em 5 de novembro de 2009, o americano de origem palestina Nidal Hassan, que trabalhava como psiquiatra no Exército, abriu fogo com uma pistola automática na base de Fort Hood, no Texas. No episódio, 13 pessoas morreram, e cerca de 30 ficaram feridas.

Ele foi detido depois de ser ferido por uma agente de elite da SWAT, após intenso tiroteio.

O 11 de Setembro

Em 11 de setembro de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados e desviados de sua rota. Dois deles foram lançados, de forma deliberada, contra as Torres Gêmeas do World Trade Center de Nova York; um terceiro caiu na Pensilvânia; e o quarto foi jogado contra o Pentágono, nos arredores de Washington. Reivindicados pela rede Al-Qaeda, esses atentados deixaram quase 3.000 mortos.

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AFP