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O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, em Bruxelas, em 16 de outubro de 2017

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O presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker avaliou, nesta segunda-feira (16) que a França pode sair, em 2018, do chamado procedimento por déficit excessivo, aberto contra o país em 2009.

"Eu creio que a França, que não tem lugar neste procedimento de déficit orçamentário excessivo, vai sair desta situação desconfortável no exercício de 2018", anunciou ele antes de um almoço com o primeiro-ministro francês Edouard Philippe.

"Estou bem admirado com o fato de que a França, sem qualquer dúvida, conseguirá corrigir o nível de déficit orçamentário para abaixo de 3% para o exercícios em curso, o que não é algo fácil", continuou, destacando que "as perspectivas para 2018 apontam em boa direção".

Juncker celebrou o "esforço estrutural" feito por Paris, ressaltando "sobretudo a reforma do código trabalhista". "Nós aplaudimos de pé os elementos centrais dessas reformas", mesmo "se não renderem resultados imediatos".

Devido aos orçamentos generosos, França e Espanha são os últimos países da zona do euro ainda sob este procedimento, que pode levar a sanções e multas, apesar de isso nunca ter acontecido.

Philippe foi a Bruxelas nesta segunda para reforçar sua intenção de reduzir o orçamento da França dentro dos limites europeus.

O Executivo francês espera alcançar, em 2017, um déficit público de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB), pouco abaixo do famoso limite de 3% estabelecido na UE.

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AFP