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O procurador-geral de El Salvador, Douglas Meléndez, em coletiva de imprensa em San Salvador, no dia 31 de outubro de 2016

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O procurador-geral de El Salvador, Douglas Meléndez, denunciou nesta segunda-feira que foi ameaçado de morte por grupos criminosos que exigiram que abandonasse o país o mais tardar em agosto.

"Nessa ameaça me davam até 15 de agosto para abandonar o país, e isso significa que agora já estou em defasagem e qualquer coisa pode acontecer", declarou Meléndez em coletiva improvisada.

O procurador comentou que analisa as ações que tomará para garantir a sua segurança e a de outros chefes procuradores também ameaçados, e que receberam carros blindados.

"Se lhes mostrasse a quantidade de cartas anônimas que tenho, ficariam surpresos", contou a jornalistas.

Meléndez não identificou quem o ameaçou, mas esclareceu que para perseguir "corruptos", bandidos, narcotraficantes e pessoas que lavam dinheiro, "devemos ter alguma garantia".

Nas últimas semanas, as facções reforçaram os ataques a policiais, soldados e agentes do sistema penitenciário.

Ao longo do ano, foram mortos por estes grupos criminosos 23 policiais, 10 efetivos do Exército e dois agentes penitenciários.

"Temos informações de que há instruções das facções para atentar contra guardas de centros penais. A situação do país é grave", advertiu Meléndez.

Na última semana, assegurou, as autoridades conseguiram evitar o assassinato de seis policiais graças a informações recebidas de forma antecipada.

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AFP