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(Arquivo) Dados oficiais divulgados nesta terça-feira sustentam a tendência de crescimento da maior economia latino-americana depois de uma recessão de dois anos

(afp_tickers)

A produção industrial do Brasil subiu 0,8% em julho em relação a junho, de acordo com dados oficiais divulgados nesta terça-feira, que sustentam a tendência de crescimento da maior economia latino-americana depois de uma recessão de dois anos.

A estimativa média de 24 analistas consultados ​​pelo jornal Valor Econômico era de um crescimento de 0,4%.

Este é o quarto mês consecutivo de expansão, de acordo com o instituto de estatísticas IBGE, que corrigiu em alta o índice de junho (de 0% para 0,2%).

A surpresa vem depois de outras melhorias inesperadas no mercado de desemprego e de crescimento econômico, anunciadas na semana passada.

Com relação a julho de 2015, o crescimento da produção industrial foi de 2,5% e nos primeiros sete meses do ano atingiu 0,8%, de acordo com o IBGE.

O período acumulado de 12 meses, no entanto, continua a registrar uma contração de 1,1%, embora em constante refluxo desde a queda de 9,7% em junho de 2016.

Entre junho e julho, houve crescimento em todos os principais setores: bens de capital (+1,9%), bens intermediários (+ 0,9%) e bens de consumo (+ 0,6%), tanto duráveis (+2,7%) como semi-duráveis (+2%).

Dos 24 itens examinados, 14 cresceram. Entre os de maior importância, destacou-se o aumento da produção de alimentos (+2,2%), que cresceu pelo terceiro mês consecutivo.

A economia brasileira cresceu 0,2% no segundo trimestre de 2017, em comparação com o primeiro, quando marcou seu primeiro resultado positivo após dois anos de contração contínua, de acordo com dados anunciados na semana passada que surpreenderam os analistas (a expectativa média era de crescimento zero).

O desemprego caiu para 12,8% no trimestre encerrado em julho, contra 13% no período imediatamente anterior (abril-junho), continuando a recuperação, principalmente devido ao setor informal.

O número de desempregados caiu nesse período de 13,5 milhões para 13,3 milhões.

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AFP