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(Arquivo) O opositor venezuelano Leopoldo López, em São Paulo, no dia 4 de outubro de 2011

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O promotor venezuelano Tarek William Saab negou nesta segunda-feira que o opositor radical Leopoldo López esteja em isolamento e que tenha iniciado uma greve de fome no sábado, já que "no domingo almoçou com seus filhos" na prisão militar de Ramo Verde.

No sábado, López manifestou "alguns pedidos, entre eles o de ver seus filhos no domingo. Mediamos este processo e isso aconteceu. Seus filhos o visitaram no domingo. Ele almoçou com seus filhos e hoje está recebendo a visita de seus advogados", declarou em um coletiva de imprensa.

A família de López e seu grupo político denunciam que ele e seu colega Daniel Ceballos iniciaram uma greve de fome no sábado para pedir ao governo do presidente Nicolás Maduro que determine a data para as eleições legislativas e liberte os "presos políticos".

Nesta segunda-feira, Lilian Tintori, esposa de López, declarou que desde sexta-feira é impedida de visitar seu marido, que estaria numa solitária, segundo ela.

"Não tenho informações sobre meu marido deste sexta-feira às cinco da tarde. Não deixam o advogado entrar na prisão de Ramo Verde, não me deixam e entrar", já que se encontra "isolado em uma solitária".

Mas o promotor público, que lidera uma comissão especial da assembleia unicameral, negou este suposto isolamento e acrescentou que López - que teve o celular confiscado e aplicado um "castigo" não especificado - foi visitado por equipes da Defensoria Pública que verificaram seu estado de saúde.

AFP