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Prostituta americana afirma que não matou executivo do Google

Google superou 1 bilhão de usuários em maio. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 16. julho 2014 - 22:51
(AFP)

Uma prostituta detida no início de julho pela morte de um executivo do Google declarou-se inocente nesta quarta-feira, em tribunal de Santa Cruz, na Califórnia (oeste dos Estados Unidos), constatou uma jornalista da AFP.

Alix Tichelman, de 26 anos, é acusada de ter injetado uma dose letal de heroína em Forrest Timothy Hayes, de 51 anos, quando os dois estavam no iate dele, no porto de Santa Cruz, em 23 de novembro de 2013.

O advogado da mulher, no entanto, declarou à imprensa que sua cliente e Hayes usaram drogas juntos, de forma consensual, e que ela não tinha intenção de causar dano à vítima.

Durante a audiência, o juiz recusou o pedido da defesa para que sua fiança - de 1,5 milhão de dólares - fosse reduzida, e ordenou que ela continue presa.

Tichelman foi acusada pela Justiça de homicídio culposo, prostituição, destruição de provas e posse de drogas.

Imagens das câmeras de segurança do barco mostram Hayes desmaiando, e a prostituta terminando sua taça de vinho e caminhando várias vezes sobre o corpo da vítima.

"Ao invés de pedir ajuda, Tichelman recolheu suas coisas, incluindo a heroína e as agulhas", assegurou a polícia.

A imprensa local informou que Hayes trabalhou para outras empresas do Vale do Silício, como Microsystems e Apple, antes de ir para o Google. Ele tinha um casamento de 17 anos e cinco filhos.

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