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Policiais e partidários cercam van que transporta Joshua Wong, líder da "Revolução dos Guarda-Chuvas", em Hong Kong, em 17 de agosto de 2017

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Milhares de partidários dos três jovens líderes presos pela "Revolução dos Guarda-Chuvas", o grande movimento pró-democracia do outono de 2014 em Hong Kong, se manifestaram neste domingo reivindicando a "libertação de todos os presos políticos".

Joshua Wong, Nathan Law e Alex Chow foram condenados na quinta-feira em apelação a penas de seis, oito e sete meses de prisão, respectivamente, por seu papel em uma concentração precursora dos movimentos "dos guarda-chuvas".

Manifestantes de todas as idades se reuniram em frente ao Tribunal de Apelação.

"Libertem todos os presos políticos" e "desobediência civil, sem arrependimento", gritavam.

William Cheung, um engenheiro de 40 anos, considera que a decisão do Tribunal de Apelação marca "o início do terror" em Hong Kong.

"Esses jovens são a nossa esperança para o futuro. Não devemos tratá-los assim", dizia Jackson Wai, de cerca de 70 anos, com lágrimas nos olhos.

Para Anne Lee, estudante de 19 anos, o governo "quer intimidar as pessoas para impedir que participem de ações de resistência". "Querem nos assustar mais", acrescentou.

Durante a concentração pela qual os três jovens foram condenados, em 26 de setembro de 2014, os manifestantes escalaram cercas para entrar na Civic Square, situada em um complexo do governo.

Essa ação desencadeou manifestações mais importantes e, dois dias depois, começou o movimento pró-democracia em massa quando a polícia lançou bombas de gás lacrimogêneo contra a multidão, que se protegeu com guarda-chuvas.

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AFP