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A orca "Tilikum" se apresenta no show "Believe", no Sea World, em Orlando, em 30 de março de 2011 .

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A campanha contra os shows realizados pelas orcas no parque temático SeaWorld abocanhou os ganhos trimestrais da empresa, cujas ações caíram mais de 30%.

A SeaWorld Entertainment, que administra 11 parques temáticos nos Estados Unidos, apenas admitiu a influência que a pressão exercida pelos ativistas contra o uso de orcas teve nesses resultados e que atingiu um pico com o lançamento do aclamado documentário "Blackfish" no ano passado.

Ao apontar que a queda de 5% nos ganhos no primeiro semestre poderia continuar ou avançar 7% no total no ano, a companhia mencionou uma concorrência maior, a demora em inaugurar uma nova atração e, de forma mais superficial, a polêmica.

A SeaWorld indicou que supõe "que a afluência do público no (segundo) trimestre tenha sido afetada por pressões da demanda, vinculadas à atenção que os meios deram a um projeto de lei no estado da Califórnia".

Isto é uma referência a uma proposta, em março, de um senador do estado, que quer proibir o uso de orcas cativas com fins circenses, o que afetaria o parque SeaWorld de San Diego, no sul da Califórnia.

O político que propôs a lei citou o filme "Blackfish", que investigou o impacto do cativeiro para as orcas do SeaWorld e o ataque de uma delas, Tilikum, que causou a morte de um treinador.

AFP