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A francesa Areva assinou há um ano com o gigante nuclear chinês CNNC um protocolo de acordo no âmbito de um projeto de desenvolvimento de uma fábrica de tratamento e reciclagem de combustíveis usados na China, embora não tenha divulgado sua localização

(afp_tickers)

Milhares de pessoas protestaram em uma cidade do leste da China contra um projeto de construção de uma usina franco-chinesa de tratamento de resíduos nucleares, indicaram moradores à AFP.

Os moradores denunciaram uma repressão violenta por parte da polícia, que negou esta acusação.

Os habitantes de Lianyungang, uma localidade situada 480 km ao norte de Xangai, protestaram no fim de semana diante de edifícios públicos.

"Eram vários milhares", informou à AFP o funcionário de um hotel que pediu o anonimato.

Os manifestantes são contrários à proposta de construir no distrito uma usina de resíduos nucleares, temendo eventuais efeitos nocivos.

Outro habitante, Xu, descreveu "confrontos violentos entre a polícia e os manifestantes".

As redes sociais chinesas divulgaram fotos de uma grande multidão reunida na praça pública e cercada por centenas de policiais.

A polícia local negou nesta segunda-feira, em sua conta de microblog, um "rumor" que apontava a morte de um dos manifestantes pela violência policial.

A francesa Areva assinou há um ano com o gigante nuclear chinês CNNC um protocolo de acordo no âmbito de um projeto de desenvolvimento de uma fábrica de tratamento e reciclagem de combustíveis usados na China, embora não tenha divulgado sua localização.

Os moradores de Lianyungang, localidade portuária da província de Jiangsu, temem que sua cidade seja a escolhida para sediar esta usina de tratamento, já que o CNNC constrói atualmente uma nova central nuclear não muito longe dali.

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AFP