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Apoiadores de Dilma Rousseff protestam, após sua deposição, na Avenida Paulista, no dia 1 de setembro de 2016

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O Partido dos Trabalhadores (PT) aderiu nesta sexta-feira às "Diretas Já" para a eleição de um novo presidente, dois dias após a destituição da presidente Dilma Rousseff.

"Vamos seguir denunciando o golpe de um governo usurpador, mas entendemos que a única maneira de restabelecer a democracia no país é através do voto popular", declarou em entrevista coletiva o presidente do PT, Rui Falcão.

O PT denuncia como "golpe parlamentar" o processo de impeachment que na quarta-feira destituiu Dilma por manipulação das contas públicas.

"Temos que seguir com esta bandeira e defender os valores e direitos sociais, trabalhistas e econômicos que já foram conquistados", declarou Rui Falcão.

A direção do PT realizou nesta sexta-feira uma reunião em São Paulo com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Nosso objetivo central é acabar com o governo usurpador de Michel Temer e conquistar o direito do povo de eleger, direta e imediatamente, um novo presidente da República", assinala uma nota do partido.

Antes da decisão do Senado favorável ao impeachment de Dilma, a então presidente afastada já havia manifestado seu apoio à realização de eleições antecipadas, uma alternativa improvável por exigir a renúncia de Temer.

A ideia de se realizar eleições antecipadas não foi apoiada inicialmente pela direção do PT. "Antes havia divergências sobre esta proposta, mas agora a situação é diferente, porque o Estado é liderado por um governo ilegítimo".

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AFP