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Juízes da Suprema Corte do Quênia, que anunciaram a anulação das eleições presidenciais de 8 de agosto

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O Quênia organizará nova eleição presidencial no dia 17 de outubro, nas quais irão disputar o presidente em exercício, Uhuru Kenyatta, e o líder da oposição, Raila Odinga, após a Suprema Corte anular a votação de 8 de agosto, anunciou a comissão eleitoral (IEBC).

"Uma nova eleição presidencial acontecerá no dia 17 de outubro. Isso em conformidade com a decisão da Suprema Corte, que anulará a eleição presidencial que aconteceu no dia 8 de agosto", pronunciou a IEBC em comunicado.

Após a denúncia de Odinga, a Corte invalidou na última sexta-feira (1o.) a eleição do dia 8 de agosto, na qual o vencedor havia sido Kenyatta, estimando que "não tinha sido conduzida de acordo com a Constituição" e que "ilegalidades e irregularidades afetaram a integridade" do processo eleitoral.

A Suprema Corte ordenou que a IEBC organizasse novas eleições em um prazo de 60 dias, como exige a Constituição.

A IEBC ressaltou que somente Kenyatta, que foi anunciado como vencedor no dia 11 de agosto com 54,27% dos votos, e seu principal candidato opositor, Raila Odinga (44,74%), concorrerão nessa nova eleição.

Os outros seis candidatos que participaram do processo eleitoral reuniram menos de 1% dos votos na primeira eleição, e não voltarão a concorrer nesta ocasião.

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AFP