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(Arquivo) O presidente russo, Vladimir Putin

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A Rússia acusou os Estados Unidos de reduzirem seus ataques aéreos contra o Estado Islâmico no Iraque, permitindo que os extremistas islâmicos entrem na Síria e lutem contra as forças de Bashar al-Assad apoiadas por Moscou.

De acordo com o general Igor Konachenkov, porta-voz do ministério da Defesa da Rússia, a coalizão internacional liderada por Washington reduziu suas operações no Iraque para permitir que os combatentes do Estado Islâmico se retirem para o leste da Síria, onde as forças sírias avançam na região de Deir Ezzor, a última nas mãos dos jihadistas.

"Todo mundo vê que a coalizão liderada pelos Estados Unidos faz de conta que combate o Estado Islâmico, especialmente no Iraque, e que continua a fingir que luta ativamente contra o EI na Síria", disse ele em um comunicado.

"As ações do Pentágono e da coalizão merecem uma explicação. Sua mudança de prioridade deve-se ao desejo de complicar tanto quanto possível as operações do exército sírio, apoiado pela aviação russa, para a libertação do território sírio a leste do Eufrates?", insiste o comunicado.

"Ou é uma maneira inteligente de libertar o Iraque dos terroristas do EI, colocando-os no caminho dos bombardeios precisos da aviação russa?", acrescenta.

Desde o início da intervenção russa na Síria, em setembro de 2015, Moscou repetidamente acusou os Estados Unidos de apoiar o EI ou o braço sírio da Al-Qaeda, a ex-Frente al-Nusra e atual Fateh al-Sham.

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AFP