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Policiais na cidade russa de Sotchi

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As autoridades russas informaram neste domingo o ataque com faca na cidade siberiana de Surgut, que deixou sete feridos e foi reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI), está sendo investigado nas mais elevadas esferas do governo.

O EI assumiu a autoria do ataque de Surgut pouco depois de ter reivindicado os atentados na Espanha, que deixaram 14 mortos e mais de 100 feridos na quinta-feira e sexta-feira, em um comunicado de sua agência de propaganda Amaq, que classificou o agressor como um de seus "soldados".

Um homem encapuzado percorreu as ruas do centro da cidade, que fica 2.100 km ao nordeste de Moscou, na manhã de sábado e esfaqueou os pedestres de forma aparentemente aleatória antes de ser morto pela polícia.

A Rússia abriu uma investigação por tentativa de assassinato e não reagiu de forma oficial à reivindicação do EI.

O Comitê de Investigação, órgão responsável pelos grandes casos criminais, afirmou em um comunicado que "em consequência da ampla reação da população", o diretor Alexander Bastrykin determinou que o tema permaneça sob controle direto de seu escritório central em Moscou.

Os investigadores realizaram uma operação de busca na casa do agressor e tentam determinar as circunstâncias e "motivações de seus atos".

O homem nasceu em 1998, segundo o Comitê de Investigação, que em um primeiro momento informou a data de nascimento em 1994.

Informações divulgadas pela imprensa, não confirmadas pelos investigadores, descreveram o agressor como um homem de 19 anos, cujo pai seria do Daguestão, no Cáucaso Norte, região russa de maioria muçulmana.

Um vídeo divulgado no site do jornal Izvestia neste domingo mostra o corpo do autor do ataque no chão.

O canal NTV exibiu um vídeo de uma testemunha que mostra a perseguição de um policial ao criminoso pelas ruas. O oficial conseguiu acertar um tiro na cabeça do jovem.

Os investigadores mencionaram no sábado que procuravam informações sobre "possíveis distúrbios psiquiátricos" do jovem.

Uma das vítimas permanece em estado grave e as outras estão em condição estável, segundo as autoridades.

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AFP