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"Foram abertas duas investigações por abuso de autoridade" contra encarregados da Progress, instalada na região de Samara, no sudoeste da Rússia, informou em um comunicado o Comitê de Investigação russo, encarregado das principais investigações no país

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As autoridades russas anunciaram nesta sexta-feira (3) a abertura de uma investigação contra encarregados da empresa Progress, fabricante dos foguetes Soyuz, acusados de desviar somas equivalentes a 5,8 milhões de euros.

"Foram abertas duas investigações por abuso de autoridade" contra encarregados da Progress, instalada na região de Samara, no sudoeste da Rússia, informou em um comunicado o Comitê de Investigação russo, encarregado das principais investigações no país.

De acordo com os investigadores, a Progress fechou um acordo em 2010 com uma sociedade de responsabilidade limitada por mais de 1 bilhão de rublos (14,5 milhões de euros em valores atuais) para realizar trabalhos de reconstrução e modernização técnica no fabricante dos foguetes Soyuz.

"O pagamento foi feito integralmente, mas não foram feitas todas as obras previstas", indicaram os investigadores.

Em 2014 e 2015, a Progress voltou a assinar dois contratos similares. "O material foi entregue e pago com recursos do orçamento federal", segundo o comunicado.

Em 2015, vários executivos da Progress voltaram a comprar material da mesma empresa, embora jamais tenha recebido o pedido pelo qual pagou.

"Estas atuações ilegais provocaram um prejuízo de mais de 404 milhões de rublos (5,8 milhões de euros) à Federação da Rússia", continuou o texto.

A corrupção é um mal endêmico na Rússia, que afeta a confiança da população em suas instituições e se considera como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento econômico.

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AFP