Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O presidente cubano, Raúl Castro, em Havana, no dia 18 de abril de 2016

(afp_tickers)

O presidente cubano, Raúl Castro, expressou nesta terça-feira seu apoio à presidente Dilma Rousseff, que enfrenta um "golpe parlamentar", e ao seu colega Rafael Correa pelo terremoto no Equador, ao encerrar o Sétimo Congresso do Partido Comunista (PCC).

"Reiteramos a solidariedade de Cuba ao povo brasileiro e à presidente constitucional Dilma Rousseff, que enfrenta um golpe parlamentar", disse Castro, ratificado como primeiro secretário do PCC por mais cinco anos.

Para Castro, a aprovação, pela Câmara dos Deputados, no domingo, da abertura de processo de impeachment contra Dilma por suspeita de maquiagem de contas públicas, se trata de um golpe "organizado pela direita oligárquica e neoliberal e incentivada pelo imperialismo contra os progressos políticos e econômicos conquistados durante os governos do Partido dos Trabalhadores".

Por outro lado, o presidente também expressou apoio ao presidente Rafael Correa, cujo país foi atingido por um forte terremoto que deixou 480 mortos e 2.560 feridos.

"Confirmo o nosso pleno apoio ao povo do Equador, ao presidente Rafael Correa e ao governo da Revolução Cidadã nestas circunstâncias dolorosas", disse Castro.

Cuba enviou no domingo ao Equador uma equipe médica especializada e uma equipe de socorristas, um contingente que se soma aos mais de 700 médicos e paramédicos cubanos que trabalham no país.

Três médicos cubanos morreram no terremoto, segundo informou o ministério da Saúde de Cuba.

AFP