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Pessoas ouvem o pronunciamento do primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, enquanto se reúnem na Plaza Catalunya, em Barcelona, para aguardar os resultados do referendo de independência após o fechamento das seções eleitorais

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O chefe de governo espanhol, Mariano Rajoy, disse neste domingo que o Estado de direito se impôs ao impedir, neste domingo (1), o referendo de independência da Catalunha, e que as forças de segurança cumpriram com sua obrigação ao reprimir a consulta, proibida pela Justiça.

"Hoje não houve um referendo de autodeterminação na Catalunha", afirmou Rajoy em discurso no Palácio de la Moncloa, em Madri, transmitido pela televisão, acrescentando que "nosso Estado de direito mantém sua fortaleza e sua vigência".

"Teria sido mais fácil para nós olhar para o outro lado", acrescentou o dirigente conservador, qualificando a consulta de um "ataque premeditado e consciente ao qual o Estado reagiu com firmeza e com serenidade".

Para ele, as forças de segurança, criticadas pela violência ao reprimir a realização da consulta, "cumpriram com sua obrigação e com o mandato que tinham da Justiça" na Catalunha.

Em sua intervenção, os policiais recolheram urnas e outros materiais eleitorais.

Depois que personalidades da esquerda pediram sua demissão após a divulgação das cenas de violência policial, Rajoy atribuiu toda a responsabilidade ao Executivo separatista catalão de Carles Puigdemont, que convocou o referendo.

"Os responsáveis pelos atos que ocorreram hoje (...) são única e exclusivamente aqueles que promoveram a violação da legalidade e a ruptura da convivência. Não busquem mais culpados, não há", declarou.

Os serviços de emergência catalães indicaram que durante o dia houve pelo menos 92 feridos, entre eles dois com gravidade, um pelo impacto de uma bala de borracha em um olho, e outro que sofreu um infarto durante uma intervenção policial. No total, foram atendidas 761 pessoas.

Segundo o Ministério do Interior, ao menos 33 agentes policiais ficaram feridos.

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AFP