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Detentos na prisão Pavón no município de Fraijanes na Guatemala, em 18 de julho, após a rebelião que terminou com 13 mortos

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Ao menos 13 pessoas morreram em um motim em um presídio na Guatemala, nesta segunda-feira (18), entre eles o capitão da reserva Byron Lima, preso pela morte do bispo Juan Gerardi, além de uma visitante de nacionalidade argentina - informaram as autoridades.

"Entre as pessoas (mortas) que foram identificadas está o senhor (Byron) Lima", declarou o ministro do Interior, Francisco Rivas, em entrevista coletiva.

A rebelião ocorreu na prisão Pavón, 17 km a sudeste da capital, e começou após um ataque com granada contra a "equipe de segurança" de Lima, revelou um funcionário encarregado da segurança interna.

Rivas explicou que o grupo responsável pelo ataque está ligado ao chefão das drogas guatemalteco Marvin Montiel Marín, também conhecido como "El Taquero", preso em Pavón pelo assassinato de 15 nicaraguenses e um holandês em 2008.

Durante a rebelião também morreu Joanna Birriel, 24 anos e de nacionalidade argentina, que estava de visita. Outras dez pessoas ficaram feridas no motim.

Lima, um capitão da reserva do Exército guatemalteco, cumpria desde 2001 pena de 20 anos de prisão por participar, em abril de 1998, do assassinato do bispo Gerardi, dois dias após a publicação do relatório "Recuperação da Memória Histórica (Remhi), Guatemala Nunca Mais".

O bispo havia dirigido a investigação que documentou mais de 50 mil violações dos direitos humanos durante o conflito armado (1960-1996), a maioria atribuída ao Exército.

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AFP