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As autoridades britânicas estão "perto" de identificar o jihadista mascarado do Estado Islâmico (EI) que decapitou o jornalista americano James Foley, disse o embaixador britânico em Washington neste domingo.

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As autoridades britânicas estão "perto" de identificar o jihadista mascarado do Estado Islâmico (EI) que decapitou o jornalista americano James Foley, disse o embaixador britânico em Washington neste domingo.

"Não posso dizer mais do que isto, mas sei por meus colegas que estamos perto", disse o embaixador Peter Westmacott.

O jornal Sunday Times, citando fontes não identificadas do governo, informou que os serviços de inteligência MI5 e MI6 identificaram o jihadista suspeito de ter matado Foley, mas as fontes não divulgaram seu nome.

O jihadista aparece em um vídeo executando Foley e ameaçando matar outro refém americano se o presidente Barack Obama não mudar sua política no Iraque. O inglês falado pelo combatente no vídeo tem forte sotaque britânico.

Westmacott disse que cerca de 500 britânicos viajaram para Síria e Iraque para se juntar ao movimento jihadista.

O secretário de Relações Exteriores britânico, Philip Hammond, declarou em um artigo publicado no Times de Londres que o assassinato de Foley foi uma "alta traição ao país".

"É horrível pensar que quem cometeu esse ato odioso tenha sido criado na Grã-Bretanha", escreveu Hammond.

AFP