Navigation

Relatório denuncia erros em 60 condenações à morte nos EUA

(Arquivo) Broches da campanha contra a aplicação da pena de morte nos Estados Unidos afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 17. julho 2014 - 19:12
(AFP)

Ao menos 60 presos, entre eles três já executados, podem ter sido condenados à morte com base em análises científicas errôneas ou testemunhos duvidosos, segundo relatório da Inspeção Geral da Justiça dos Estados Unidos (OIG).

Em 1997, um relatório da OIG denunciou graves irregularidades cometidas em entrevistas judiciais realizadas por 13 analistas do laboratório do FBI em Quantico, Virgínia.

A OIG acusa agora, 17 anos mais tarde, o FBI de não ter aprendido a lição e de ter tratado de forma relapsa os casos de condenação à morte nos oito anos que se seguiram à denúncia.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.