Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

(Arquivo) Contraste na capital filipina

(afp_tickers)

Os fundos que os emigrantes enviam a seus países de origem, conhecidos como remessas e considerados uma importante fonte de receita para os países em desenvolvimento, crescerão este ano, depois de caírem por dois anos consecutivos, antecipou nesta terça-feira o Banco Mundial.

Essas transferências de dinheiro a países de receitas médias e baixas devem aumentar 4,8% em 2017, chegando aos 450 bilhões.

O México, em particular, baterá um recorde de 31 bilhões de dólares, segundo um relatório do BM.

A expansão econômica na Rússia, na Europa e nos Estados Unidos permitirá que os imigrantes e suas famílias enviem quantidades cada vez maiores de dinheiro para África subsaariana, Europa, Ásia Central, América Latina e Caribe, apontou o estudo.

"As remessas são um salva-vidas para os países em desenvolvimento", disse em um comunicado Dilip Ratha, autor principal do relatório sobre migração e desenvolvimento do BM.

Entretanto, o custo de mandar dinheiro para casa continua sendo alto. Enviar 200 dólares custava 7,2% em médio no terceiro trimestre deste ano, muito acima da meta de 3% dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável acordados pela ONU em 2015.

Ratha pediu aos países que reduzam os custos associados com as remessas.

As relações exclusivas entre os serviços postais e as companhias de transferência de dinheiro elevam os preços, disse, acrescentando as rígidas normas de lavagem de dinheiro como outra barreira para baixar o custo das remessas.

O Banco Mundial prevê que as remessas dirigidas a países de receitas baixas e médias aumentarão 3,5% no ano que vem.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP