O controlador-geral da Nação do Equador, Carlos Pólit, envolvido no caso de subornos pagos pelo grupo Odebrecht a funcionários equatorianos, apresentou sua renúncia nesta terça-feira.

"Há poucos minutos (...) apresentou sua renúncia irrevogável o controlador-geral da Nação, doutor Carlos Polit", anunciou em entrevista coletiva o presidente do Legislativo, José Serrano.

Serrano explicou que a renúncia de Pólit está acompanhada de um atestado médico sobre "algum problema de saúde que teve".

Pólit, que nega as acusações e permanece em Miami desde maio passado por recomendação médica, deixa o cargo no momento em que é alvo de um julgamento político na Assembleia ligado ao escândalo Odebrecht.

Mas segundo Serrano, a renúncia não "afeta o processo político" contra Pólit.

O escândalo Odebrecht no Equador já provocou a prisão de oito suspeitos, entre eles um tio do vice-presidente Jorge Glas e o ex-ministro da Eletricidade Alecksey Mosquera.

A Procuradoria equatoriana abriu uma investigação após o departamento de Justiça dos Estados Unidos revelar que a Odebrecht pagou - entre 2007 e 2016 - ao menos 33,5 milhões de dólares a funcionários equatorianos.

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