Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O presidente Donald Trump fala em 5 de setembro sobre a reforma fiscal ao lado do presidente da Câmara de Representante Paul Ryan (E) e do líder da maioria do Senado Mitch McConnell (D)

(afp_tickers)

Os republicanos se preparavam para finalizar a reforma fiscal que será apresentada ao Congresso, apesar das divisões internas e da pressão do presidente Donald Trump para obter uma vitória legislativa até o fim do ano.

A nova medida deve representar o maior ajuste tributário desde o governo de Ronald Reagan na década de 1980.

Mas as divergências internas afetaram as últimas horas de negociações, que acontecem em sigilo. Nenhum democrata apoia a reforma, o que faz com que o Partido Republicano necessite do apoio de todos os seus congressistas.

De acordo com detalhes da legislação que vazaram para a imprensa, a escala do imposto de renda mudará com uma redução para todas as faixas. A taxa máxima atual de 39,6% será mantida, mas será aplicada a partir de 500.000 dólares de rendimentos (um milhão para os casados), um parâmetro maior que o atual.

O plano republicano quer suprimir quase todas as deduções fiscais, um tema que provocou as divergências mais intensas no partido. A apresentação da reforma foi adiada em um dia para tentar obter justamente um compromisso.

Ao mesmo tempo prosseguirão as deduções para os juros vinculados a empréstimos imobiliários, mas um limite será estabelecido. Também será aditado um teto para os impostos locais e serão conservados os planos de pensões (conhecidos como 401k).

O imposto sobre as heranças, que atualmente apenas as grandes fortunas pagam, será revogado dentro de seis anos, enquanto o imposto sobre as empresa vai cair de 35% a 20%, como anteciparam a Casa Branca e os republicanos.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP