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Chanceler mexicano, Luís Videgaray

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A última reunião preparatória para concluir um Pacto Mundial sobre Migração e refugiados começou nesta segunda-feira no México, com uma crítica do país anfitrião à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de abandonar o acordo.

Washington anunciou no sábado sua retirada das discussões para criar em 2018 um acordo mundial para os refugiados e migrantes que pretende melhorar no futuro sua gestão internacional.

"O que se perde aqui é uma oportunidade, uma oportunidade de exercer liderança", disse o chanceler mexicano, Luis Videgaray.

"Uma oportunidade de trabalhar juntos a favor de um fenômeno que preocupa a todos nós", acrescentou Videgaray ao inaugurar a Reunião Preparatória da ONU do Pacto Mundial para a Migração Segura, Ordenada e Regular, em Puerto Vallarta (Jalisco, oeste).

O objetivo do Pacto é definir "normas e boas práticas para atender os fluxos migratórios", acrescentou o chanceler, na companhia de Louise Arbour, representante do secretário-geral da ONU para a Migração.

Em setembro de 2016, os 193 membros da Assembleia Geral da ONU aprovaram por unanimidade um texto denominado Declaração de Nova York para os Refugiados e Migrantes para melhorar no futuro sua gestão internacional, especialmente sobre acolhida e ajuda a quem retorna a seus países.

Sobre a base dessa declaração, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados recebeu o mandato para propor um Pacto Mundial sobre migrantes e refugiados em 2018. Esse acordo deveria se basear em dois pontos: a definição de um marco de respostas para enfrentar o problema e um programa de ação.

No entanto, no último sábado a missão dos EUA na ONU afirmou que a declaração de Nova York "abarca muitas disposições que são incompatíveis com as políticas americanas de imigração e refugiados e com os princípios ditados pela administração Trump".

A Reunião Preparatória, que será concluída na terça-feira, convoca mais de 700 delegados de países das Nações Unidas, assim como representantes de organismos internacionais, setor privado, academia e organizações civis.

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AFP