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Espectadores protestam contra o presidente interino Michel Temer na partida de futebol feminino entre Canadá e Alemanha, em Brasília, no dia 9 de agosto de 2016

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O comitê organizador dos Jogos Olímpicos do Rio anunciou nesta terça-feira que tentará derrubar a decisão judicial que permite manifestações políticas pacíficas dentro dos estádios, após numerosos protestos contra o presidente interino, Michel Temer.

Os responsáveis pelos Jogos receberam a decisão do juiz federal "que proíbe ao comitê organizador reprimir manifestações políticas em locais olímpicos", disse Mário Andrada, porta-voz do organismo.

"Temos direito de pedir uma revisão desta decisão do juiz, e fizemos isto".

Andrada destacou que o comitê respeitará a decisão judicial e não expulsará os manifestantes dos estádios.

"Apenas acreditamos que as instalações esportivas não são o lugar para protestos políticos, religiosos ou raciais".

Em múltiplos incidentes desde a abertura dos Jogos, na sexta-feira, a polícia tem reprimido manifestantes, em geral exibindo cartazes de "Fora Temer".

"Os Jogos não devem ser uma plataforma para debate político e acredito que muita gente pensa assim. Mas respeitamos absolutamente a decisão", declarou o porta-voz do Comitê Olímpico Internacional (COI) Mark Adams.

O juiz federal do Rio de Janeiro João Carneiro Araujo emitiu na segunda-feira uma medida cautelar na qual os organizadores não podem "impedir manifestações pacíficas de cunho político por meio da exibição de cartazes, uso de camisetas e outros meios legais nos locais dos Jogos Olímpicos do Rio".

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AFP