Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

A Câmara dos Deputados elegeu na noite desta quarta-feira o deputado Rodrigo Maia seu novo presidente, em substituição ao polêmico Eduardo Cunha, arquiteto do impeachment de Dilma Rousseff

(afp_tickers)

A Câmara dos Deputados elegeu na noite desta quarta-feira o deputado Rodrigo Maia seu novo presidente, em substituição ao polêmico Eduardo Cunha, arquiteto do impeachment de Dilma Rousseff.

Maia, do partido Democratas (Rio de Janeiro) e aliado do presidente interino Michel Temer, foi eleito com 285 votos no segundo turno contra Rogério Rosso (PSD-DF), que recebeu 170 votos.

"Temos que pacificar este plenário, dialogar com a maioria e a minoria", disse o novo presidente da Câmara.

Maia, 46 anos, é agora o primeiro na linha de sucessão do poder, pois o vice-presidente Michel Temer exerce o cargo de presidente interino, enquanto Dilma Rousseff é julgada no Senado, acusada de violar a Constituição ao autorizar gastos sem a autorização do Congresso.

Com uma eventual viagem de Temer ao exterior, por exemplo, Rodrigo Maia atua como chefe de Estado.

O processo de impeachment de Dilma Rousseff, que deve ser votado no fim de agosto, pouco depois dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, foi o grande destaque da polêmica gestão de Cunha, um evangélico militante e ultraconservador de 57 anos, que renunciou à presidência da Câmara na semana passada.

Cunha (PMDB-RJ) já não exercia o comando da Câmara, pois seu mandato como deputado foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Eduardo Cunha também luta contra um processo de cassação na Câmara.

Em uma mensagem no Twitter, Temer - que completará o mandato até 2018 se Dilma Rousseff for finalmente destituída - felicitou Maia por sua eleição e desejou êxito em sua gestão.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP