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Russo Evrofinance, primeiro banco sancionado pelos EUA por laços com Maduro

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, em 28 de janeiro de 2019 na Casa Branca, em Washington afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. março 2019 - 14:31
(AFP)

Os Estados Unidos sancionaram nesta segunda-feira (11) um banco com sede na Rússia por fazer negócio com "o regime ilegítimo" de Nicolás Maduro, tornando-se a primeira instituição financeira estrangeira punida por seus vínculos com Caracas.

O Evrofinance Mosnarbank, banco de propriedade russa e venezuelana, foi sancionado por seus negócios com a estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), alvo de punição dos Estados Unidos, anunciou o Tesouro em um comunicado.

As sanções à Evrofinance congelam qualquer ativo que possa ter direta ou indiretamente nos Estados Unidos, Além disso, proíbem qualquer transação com indivíduos ou entidades dentro dos Estados Unidos ou em trânsito no país.

O governo de Donald Trump, que busca a saída do poder de Maduro por considerá-lo um ditador, aplicou em 28 de janeiro sanções à PDVSA que são de fato um embargo ao petróleo venezuelano, crucial para a economia do país. Então, o Banco Corporativo (Bancorp), da Nicarágua, que é 50% de propriedade da PDVSA, foi afetado.

Um porta-voz do Tesouro disse à AFP que o Evrofinance Mosnarbank é a primeira instituição financeira designada conforme o decreto executivo de novembro passado, que prevê o bloqueio de indivíduos ou entidades "que contribuam para a situação na Venezuela".

"Esta decisão demonstra que os Estados Unidos tomarão medidas contra as instituições financeiras estrangeiras que sustentam o regime ilegítimo de Maduro e contribuem ao colapso econômico e à crise humanitária que assola o povo da Venezuela", disse o secretário, Steven Mnuchin, em um comunicado.

O assessor de segurança nacional de Trump, John Bolton, tinha advertido na quarta-feira que haveria consequências para os bancos estrangeiros que apoiaram o presidente venezuelano "e sua rede corrupta".

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