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A Síria negou as acusações da ONU de que utilizou gás sarin durante um bombardeio em abril, porque, segundo o governo, o Exército não tem armas químicas

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A Síria negou nesta sexta-feira as acusações da ONU de que utilizou gás sarin durante um bombardeio em abril porque, segundo o governo, o Exército não tem armas químicas.

Investigadores da ONU acusaram na quarta-feira o governo do presidente Bashar al-Assad de ter utilizado gás sarin na localidade Khan Sheikhun, onde mataram diversas pessoas.

Segundo o 14º relatório da Comissão de Investigação da ONU sobre a situação dos direitos humanos na Síria, "em 4 de abril, durante uma campanha aérea (...), as forças sírias utilizaram gás sarin".

"A Síria não utilizou e não utilizará gases tóxicos contra o seu próprio povo porque não os tem", explicou a resposta oficial do governo enviada à ONU.

Este bombardeio sobre Khan Sheikhun, localidade situada na província de Idlib controlada pela oposição, matou ao menos 83 pessoas, entre elas 28 crianças e 23 mulheres, e feriu quase 300, afirmaram os investigadores.

Essa comissão "politizou" o seu trabalho, explicou o governo sírio, cuja carta foi citada pela agência oficial de notícias Sana.

A Síria assegura que não tem armas químicas desde um acordo de 2013 mediante o qual aceitou entregá-las para serem destruídas.

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AFP