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Alunas sírias entram em sala de aula, na cidade de Douma, no dia 18 de setembro de 2017

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Um incêndio provocado intencionalmente por um vigia em uma creche de Minas Gerais acabou matando quatro crianças, uma professora e o próprio autor, além de deixar 50 feridos, em um episódio qualificado como "tragédia" pelo presidente Michel Temer.

O fogo, já controlado, começou depois das 09h00 na creche "Gente Inocente" de Janaúba, localidade de 70.000 habitantes a 600 km ao norte de Belo Horizonte.

"Na manhã de hoje, quatro crianças e uma professora morreram queimadas e outras pessoas ficaram feridas quando um vigia da creche jogou álcool nas vítimas e nele próprio e ateou fogo. O funcionário está em estado grave no hospital, com queimaduras em todo o corpo", disse o Ministério Público (MP) de Minas Gerais em um sucinto comunicado.

O MP já investiga estes fatos que chocaram o país.

O vigia foi internado em estado grave com queimaduras por todo o corpo, mas acabou falecendo, disse à AFP o diretor do hospital regional de Janaúba, Bruno Ataíde Santos.

O centro atendeu 50 pessoas feridas, a maioria com queimaduras, detalhou o médico.

A Polícia Civil de Minas Gerais foi até a casa "do suspeito e de seus familiares" para "esclarecer as causas que motivaram o crime".

Com base em testemunhas, o site UOL afirmou que o vigia tinha 50 anos e estava há oito trabalhando no turno da noite.

"Lamento imensamente essa tragédia com as crianças em Janaúba. Quero expressar a minha solidariedade às famílias. Eu que sou pai imagino que esta deve ser uma perda muitíssimo dolorosa. Esperamos que essas coisas não se repitam no Brasil", disse o presidente Michel Temer no Twitter.

O governo de Minas Gerais anunciou a mobilização de todos os seus efetivos de Saúde e Segurança para o local.

A Prefeitura de Janaúba decretou sete dias de luto.

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AFP