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Sem acordo com governo, ELN se vê desobrigado a cumprir a lei

(Arquivo) O comandante Pablo Beltrán, chefe da delegação do ELN nas negociações de paz com o governo da Colômbia afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 24. setembro 2018 - 14:02
(AFP)

O Exército de Libertação Nacional (ELN) afirmou, nesta segunda-feira (24), que, sem acordos com o governo da Colômbia para reiniciar os diálogos de paz em Havana, não é obrigado a cumprir a lei.

A guerrilha disse esperar, porém, que o presidente Iván Duque nomeie em breve uma nova equipe negociadora.

"O ELN é uma força insurgente e não está obrigado a cumprir a legalidade do Estado colombiano, enquanto não houver um acordo de superação definitiva do conflito, no qual as duas partes se sintam satisfeitas com o acordado", afirmou a organização em sua página on-line eln-voces.

Iniciadas na gestão de Juan Manuel Santos, as negociações estão paralisadas desde agosto pelo novo presidente Duque. Para retomá-las, ele exige da guerrilha o fim de todas as "atividades criminosas" e que liberte todos os sequestrados.

Há alguns dias, o ELN soltou nove reféns, entre militares, policiais e civis, os quais manteve por quase um mês em seu poder.

O governo alega que os insurgentes ainda têm pelo menos dez pessoas em cativeiro.

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