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(Arquivo) O produtor americano Harvey Weinstein

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O sindicato dos produtores cinematográficos dos Estados Unidos expulsou nesta segunda-feira Harvey Weinstein, afirmando que o assédio sexual não será mais tolerado na organização.

A decisão é anunciada quatro semanas após o escândalo deflagrado pelo jornal New York Times e a revista The New Yorker com denúncias de assédio sexual contra mais de 60 mulheres, incluindo as atrizes Gwyneth Paltrow, Angelina Jolie e Mira Sorvino.

"Diante da conduta amplamente informada do senhor Weinstien - alimentada por novas informações - a junta nacional do sindicato dos produtores aprovou, por unanimidade, impor a proibição vitalícia ao senhor Weinstein, expulsando-o de manera definitiva".

"Este passo sem precedentes é um reflexo da seriedade com a qual o sindicato recebe as numerosas denúncias de décadas de má conduta do senhor Weinstein. O assédio sexual não pode mais ser tolerado em nossa indústria ou dentro do sindicato".

Nesta segunda-feira, The New York Times revelou que Hope Exiner d'Amore acusou Weinstein de estuprá-la em um hotel na década de 1970, e citou outro caso, o de Cynthia Burr, forçada a fazer sexo oral em um corredor.

Uma terceira denúncia veio de Ashley Matthau, uma dançarina que atuou em filmes Weinstein e afirma que foi jogada em uma cama pelo produtor em 2004, que se masturbou sobre ela.

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AFP