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Sobe para 26 número de mortos em quatro dias de distúrbios na Venezuela (ONG)

A polícia de choque colidi com manifestantes da oposição durante um protesto contra o governo do presidente Nicolas Maduro no aniversário da insurreição de 1958 que derrubou a ditadura militar em Caracas em 23 de janeiro de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 24. janeiro 2019 - 19:21
(AFP)

Os distúrbios registrados em meio aos protestos contra o governo de Nicolás Maduro que estouraram há quatro dias deixaram 26 mortos, informou nesta quinta-feira (24) a ONG Observatório Venezuelano de Conflito Social (OVCS).

"#24ENE Até às 2:00 PM foram confirmadas 26 pessoas assassinadas em protestos", informou esta ONG crítica ao governo de Maduro no Twitter, detalhando que a capital, Caracas, registrou o maior número de mortes, com sete.

Os demais casos ocorreram nos estados de Bolívar, Portuguesa, Táchira, Barinas, Amazonas, Monagas e Yaracuy.

Na noite de quarta-feira, houve fortes confrontos nos arredores de Petare, no leste de Caracas. Na manhã desta quinta, uma grua erguia ali os restos ainda incendiados de um caminhão queimado em meio aos distúrbios.

Choques entre manifestantes e agentes de segurança se repetiram nas áreas populares do oeste capitalino: em Capuchinos, o mecânico Efraín Soteldo tentava resgatar de seu carro queimado alguma peça que ainda pudesse funcionar.

Os protestos começaram na segunda-feira depois que 27 militares insurgentes - atualmente presos - roubaram armas e se entrincheiraram em um quartel de Caracas, chamando os venezuelanos às ruas.

Durante os protestos desta semana, a ONG de direitos humanos Fórum Penal registrou 328 prisões, a maioria (284) na quarta-feira, segundo o último balanço divulgado no Twitter por seu diretor, Alfredo Romero.

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