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Uma estrada aberta pelo terremoto de 5 de agosto de 2018, na ilha indonésia de Lombok

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O balanço de mortos do terremoto na ilha indonésia de Lombok aumentou para 387 - anunciaram autoridades locais neste sábado (11), acrescentando que milhares de deslocados ainda precisam de água potável, alimentos e remédios.

O terremoto, de magnitud 6,9, destruiu no domingo passado milhares de casas, mesquitas e empresas.

"Prevê-se que o balanço continue subindo, porque algumas vítimas provavelmente ainda estão sob os rios de lama, ou sob os escombros. Além disso, algumas pessoas não estão registradas", disse o porta-voz da agência encarregada da gestão dos desastres naturais na Indonésia, Sutopo Purwo Nugroho.

O número de pessoas obrigadas a fugirem de suas casas aumentou para 387.000, acrescentou a mesma fonte que também fala em 13.000 feridos.

Outras duas pessoas morreram no terremoto na vizinha ilha de Bali.

A maioria dos deslocados dorme em barracas de campanha, ou sob toldos instalados perto de suas casas em ruínas, ou dos abrigos.

Seis dias depois do sismo, algumas pessoas ainda não haviam recebido ajuda, especialmente nas regiões montanhosas do norte.

"A principal dificuldade reside na distribuição de víveres. A maioria das estradas no norte de Lombok foi danificada pelo terremoto", explicou Sutopo Purwo Nugroho.

A ilha registrou na quinta-feira uma forte réplica de magnitude 5,9, que provocou uma nova onda de pânico na população.

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AFP