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Uma mulher joga água em uma área queimada de seu povoado no centro de Portugal, que foi devastado por incêndios mortais

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O número de mortos dos incêndios florestais que devastaram partes do centro de Portugal nos últimos dias aumentou novamente nesta sexta-feira (20), chegando a 44, após a morte de um dos feridos, disseram as autoridades.

"Foi uma pessoa que estava gravemente ferida e hospitalizada em Coimbra", disse à AFP Patricia Gaspar, porta-voz da autoridade de defesa civil.

"O número de feridos ainda está em torno de 70", acrescentou.

Na véspera, outro corpo foi descoberto na cidade central de Coimbra, que foi duramente atingida pelos incêndios que começaram no domingo. As chamas foram amplamente controladas na terça-feira, com a ajuda de chuvas e ventos mais calmos.

Esta foi a segunda vez em quatro meses que Portugal foi atingido por incêndios florestais mortais.

Em junho, 64 pessoas morreram na região central de Pedrógão Grande durante os incêndios mais mortíferos da história do país.

Na quarta-feira, a ministra do Interior, Constança Urbano de Sousa, renunciou ao cargo após críticas à forma como o governo lidou com o problema.

O governo português, que foi fortemente criticado pela gestão da crise, deverá realizar uma reunião especial no sábado.

Para o sábado também estão convocadas manifestações em várias cidades, para prestar homenagem às vítimas dos incêndios e exigir reformas, de modo a evitar que essas tragédias voltem a ocorrer.

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AFP