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Soldados franceses, em frente a torre Eiffel, no dia 25 de junho, de 2017

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O desfile de 14 de julho homenageará os soldados americanos, comemorando o centenário de sua participação na Primeira Guerra Mundial, assim como as forças francesas que combatem o grupo extremista Estado Islâmico (EI), anunciou nesta quarta-feira o governador militar de Paris.

No total, 3.765 efetivos desfilarão a pé entre o Arco do Triunfo e a Praça da Concórdia, na qual estarão localizados os presidentes da França, Emmanuel Macron, e dos Estados Unidos, Donald Trump.

A última presença de um presidente dos EUA em um desfile similar se remonta a 1989, pelo bicentenário da Revolução Francesa. Nesta situação, o presidente George Bush participou junto com o chanceler alemão Helmut Kohl e a primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, convidados por François Mitterrand.

Um destacamento de 145 militares americanos descerá pela Champs-Élysées, 17 anos depois do feito pelos cadetes de West Point, a mais famosa academia militar dos Estados Unidos, detalhou o general Bruno Le Ray durante um encontro com a imprensa.

Antes do desfile a pé, 63 aviões sobrevoarão Paris, entre os quais nove Alphajet da Patrulha da França, seis F16 Thunderbirds, da Força Aérea americana, e dois caça furtivos F22 Raptor, também americanos.

Mais de 210 veículos, 240 cavalos da Guarda Republicana e 29 helicópteros do Exército, da Gendarmeria e da Segurança Civil encerrarão o desfile.

Por conta de uma possível ameaça terrorista, será enviado um dispositivo de segurança reforçado, pela primeira vez com um drone de vigilância Reaper, que registrará e enviará imagens do desfile em tempo real.

AFP