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Autoridades iraquianas afirmaram este sábado que dezenas de civis morreram no oeste de Mossul em bombardeios aéreos contra o último grande reduto do grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque, em ataques confirmados pela coalizão liderada pelos Estados Unidos.

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Vários soldados iraquianos necessitaram de tratamento médico depois de um ataque com armas químicas do grupo Estado Islâmico (EI) realizado durante o fim de semana, disseram oficiais americanos nesta quarta-feira (19).

No ataque de sábado, o EI lançou algum tipo de agente químico de baixo nível na parte oeste de Mossul, a segunda cidade do país, próximo a assessores militares americanos e australianos, disse o major general Joseph Martin.

"As forças de segurança iraquianas... estavam nas proximidades de um dos ataques. Foram retirados para receber o tratamento médico necessário para se assegurarem que estavam bem", disse Martin, comandante-geral do componente terrestre da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

"Ninguém morreu... e a boa notícia é que ninguém foi atingido seriamente" no ataque, disse o general.

O EI lança periodicamente ataques nos quais usa armas químicas, embora tanto o número de vítimas como o impacto sobre as operações militares tenha sido mínimo, enquanto as bombas e disparos extremistas são muito mais letais.

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