AFP

Londrinos, com cobertores dos serviços de emergência, deixam área do ataque, perto da London Bridge, em 3 de junho

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As autoridades britânicas e líderes de todo o mundo condenaram o atentado de Londres.

- Reino Unido -

A primeira-ministra Theresa May expressou solidariedade com as vítimas.

"Posso confirmar que o terrível incidente de Londres está sendo tratado como um potencial atentado terrorista", disse May no sábado à noite, antes de expressar solidariedade às vítimas "dos atos horríveis".

Após uma reunião extraordinária de seu comitê de segurança neste domingo, May disse que o país enfrenta "uma nova forma de ameaça", na qual os autores dos atentados "copiam uns aos outros" e se inspiram em "uma ideologia do mal do extremismo islâmico".

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, chamou o atentado de "bárbaro" e injustificável.

"Não há nenhuma justificativa para este ataque bárbaro", afirmou Khan em um comunicado.

"Foi um ataque deliberado e covarde contra londrinos e turistas de nossa cidade que desfrutavam do sábado à noite", disse.

- Estados Unidos -

O presidente Donald Trump ofereceu o "pleno apoio" dos Estados Unidos para a investigação de dois "brutais ataques terroristas" em Londres, em um telefonema para a primeira-ministra britânica, Theresa May.

Na conversa, Trump "elogiou a heroica resposta da Polícia e de outras autoridades que agiram rapidamente e ofereceu o total apoio do governo dos Estados Unidos para investigar e levar os responsáveis por esses atos odiosos à Justiça", informou a Casa Branca.

Trump já havia manifestado suas condolências pelo Twitter.

"Tudo o que os Estados Unidos puderem fazer para ajudar Londres e o Reino Unido, estaremos lá. ESTAMOS COM VOCÊS. QUE DEUS OS ABENÇOE!", tuitou Trump.

Minutos antes, Trump havia escrito outra mensagem na qual falava sobre a necessidade de aprovar seu decreto, atualmente bloqueado, que proíbe viagens aos Estados Unidos de pessoas procedentes de seis países com maioria muçulmana, mas sem mencionar os incidentes de Londres.

Trump escreveu: "Temos que ser inteligentes, vigilantes e fortes. Precisamos que as cortes devolvam os nossos direitos. Precisamos de uma proigição de viagens como um nível extra de segurança!".

O Departamento de Estado condenou em um comunicado os "covardes ataques contra civis inocentes" e ofereceu ajuda ao Reino Unido.

- Canadá -

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, chamou os eventos de "terríveis".

- O Papa -

"Que o Espírito doe paz ao mundo inteiro, cure as chagas da guerra e do terrorismo, que também esta noite, em Londres, afetou civis inocentes: oremos pelas vítimas e seus familiares", disse o papa Francisco este domingo.

- União Europeia -

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker afirmou: "Acompanho com horror os últimos acontecimentos em Londres. Pensamentos e orações para as vítimas e suas famílias".

- Rússia -

O presidente russo Vladimir Putin expressa "profundos pêsames" ao povo britânico e condena o atentado terrorista de Londres", afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

- Alemanha -

A chanceler alemã Angela Merkel expressou solidariedade e disse que "hoje estamos unidos além de qualquer fronteira pelo horror e o luto, mas também pela determinação".

"Eu confirmo pela Alemanha: no combate contra qualquer forma de terrorismo estamos decididamente ao lado da Grã-Bretanha".

- França -

O presidente francês, Emmanuel Macron, expressou sua solidariedade com o Reino Unido.

"Diante desta nova tragédia, a França está mais do que nunca ao lado do Reino Unido. Meu pensamentos estão com as vítimas e seus entes queridos", disse o presidente francês.

- Itália

Primeiro-ministro Paolo Gentiloni

"Em homenagem às vítimas, estamos unidos em nosso compromisso comum de lutar contra o terrorismo".

- Espanha -

O primeiro-ministro Mariano Rajoy também manifestou preocupação. "Acompanho com preocupação os ataques em Londres, triste informação. Nossa solidariedade e apoio às autoridades e ao povo britânico", escreveu no Twitter.

- Portugal -

Presidente Marcelo Rebelo de Sousa

"Continuaremos defendendo a paz, a democracia e a liberdade".

- Holanda -

Primeiro-ministro Mark Rutte

"Londres está de luto após um novo ataque covarde. E estamos de luto com ela".

- Áustria -

O presidente Alexander Van Der Bellen condena "este ato covarde e se solidariza com o povo britânico".

- Polônia -

Ministério das Relações Exteriores

"Nossa mais profunda compaixão ao povo e às autoridades de Londres".

- Grécia -

Primeiro-ministro Alexis Tsipras

"Tristeza e raiva. Temos que lutar contra o terrorismo e o medo com determinação e solidariedade".

- Turquia -

Ministro das Relações Exteriores Mevlut Cavusoglu

"Bagdá, Cabul e agora Londres. Condenamos o terrorismo onde ele aconteça. Nós o venceremos com uma luta comum".

- Irã -

Ministério das Relações Exteriores.

"O terrorismo sob qualquer forma é ruim, temos que repudiá-lo e condená-lo".

- Países árabes -

Al-Azhar, prestigiosa instituição do islã sunita com sede no Cairo, condena o atentado e pide à comunidade internacional "unir esforços para eliminar o terrorismo e seu perigo, que agora ameaça a paz mundial".

O secretário-geral da Liga Árabe, Ahmed Abul Gheit, pediu uma "ação imediata e forte da comunidade internacional, com base em um enfoque global para romper as forças do terrorismo e do extremismo".

Ministério das Relações Exteriores egípcio:

"Todas as sociedade e todos os povos são agora o alvo do terrorismo infame"

- Brasil -

"Transmito ao povo e ao governo britânico a solidariedade de todos os brasileiros", escreveu no Twitter o presidente Michel Temer.

- Ariana Grande -

A cantora Ariana Grande, que em 22 de maio fazia um show em Manchester que foi alvo de um atentado que deixou 22 mortos, escreveu no Twitter: "Rezando por Londres".

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