Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, preside sessão em Brasília, em 21 de março de 2018

(afp_tickers)

O Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu nesta quinta-feira (14) as conduções coercitivas para depoimentos de investigados e réus, um recurso-chave da Operação Lava Jato que chegou a ser usado em 2016 com o ex-presidente Lula.

Por 6 votos a 5, os juízes do STF decidiram que essa prática não deve ser mais usada por ser considerada inconstitucional, mas afirmaram que a decisão não tem efeito retroativo.

A votação atendeu a duas ações apresentadas pelo PT e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A decisão representa um novo revés para os procuradores e juízes da Lava Jato, que recorreram a controversos métodos - como condução coercitiva, delação premiada e prisão preventiva - para levar à frente a investigação.

Segundo a Agência Brasil, as conduções coercitivas foram usadas 227 vezes desde o início da operação, em 2014, ajudando a colocar atrás das grades mais de 100 políticos poderosos e importantes empresários.

A mais comentada delas foi a de Lula, em 4 de março de 2016, quando ele foi levado à força pela Polícia Federal para prestar um depoimento ordenado pelo juiz Sérgio Moro após uma batida em sua casa em São Bernardo do Campo.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.










AFP