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Caminhão utilizado em atentado de Estocolmo é transportado em 8 de abril na capital sueca

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A Suécia havia negado um visto de residência ao suposto autor do atentado de Estocolmo, que deixou quatro mortos e 15 feridos na sexta-feira, anunciou neste domingo a polícia sueca, acrescentando que o suspeito demonstrava interesse por grupos extremistas.

O suspeito, um uzbeque de 39 anos, demonstrava "interesse por organizações extremistas como o Estado Islâmico", declarou o chefe da polícia nacional, Jonas Hysing, durante uma coletiva de imprensa, sem acrescentar mais detalhes.

O homem havia "pedido um visto de residência em 2014, mas o Escritório das Migrações o rejeitou em junho de 2016 e emitiu uma ordem de expulsão", indicou.

"Em dezembro de 2016, o Escritório de Migrações informou que ele tinha quatro semanas para deixar o país. Em fevereiro de 2017, a polícia recebeu a ordem para executar a decisão, porque ele já não estava localizável", acrescentou Hysing.

As autoridades perderam sua pista até o atentado de sexta-feira, que deixou quatro mortos: dois suecos, um britânico e um cidadão belga, segundo a polícia.

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