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O vice-presidente da Assembleia Nacional, Freddy Guevara, em Caracas, em 5 de agosto de 2017

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O Supremo Tribunal venezuelano decretou o julgamento do deputado Freddy Guevara, vice-presidente do Parlamento, por associação criminosa e incitação a desordem, cujas penas podem somar dez anos de prisão.

Guevara, que "deverá ser julgado pela justiça comum (...) incorreu nos crimes de associação criminosa, incitação à desordem pública e uso de adolescente para delinquir", informou o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).

O TSJ, acusado pela oposição de servir ao governo do presidente Nicolás Maduro, não precisou quando os crimes foram cometidos.

A Assembleia Constituinte, que dirige o país com poderes absolutos, investiga Guevara pelos protestos contra Maduro que deixaram 125 mortos entre abril e julho passado.

Guevara, 31 anos, é dirigente do partido Vontade Popular, de Leopoldo López, atualmente em prisão o domiciliar.

Em um comunicado, Guevara revelou que "ativará todos os alarmes internacionais" para denunciar "este ato violatório da Constituição".

O Supremo notificou sua decisão à Constituinte para que suspenda a imunidade parlamentar de Guevara, informou o vice-presidente, Tareck El Aissami, acrescentando que "a justiça tarda mas não falha".

A coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) recordou que apenas o Legislativo pode suspender a imunidade de um deputado.

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AFP