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Com ventos máximos sustentados de 65 quilômetros por hora, a tempestade se dirigia para o nordeste, deslocando-se a uma velocidade de 19 km/h

(afp_tickers)

A tempestade tropical Rina se formou no oceano Atlântico, a 17ª em uma temporada de furacões que já está acima da média, disseram meteorologistas nesta terça-feira.

Às 15H00 GMT (13H00 em Brasília), Rina não representava nenhuma ameaça para a terra firme, e se movia sobre o Atlântico 455 km ao leste de Bermuda, disse o Centro Nacional de Furacões (NHC) americano, com sede em Miami.

Com ventos máximos firmes de 65 quilômetros por hora, a tempestade se dirigia para o nordeste, deslocando-se a uma velocidade de 19 km/h.

Espera-se que a intensidade de Rina aumente ao longo do dia, afirmou o NHC.

Já era esperado que esta temporada superasse a média, de entre 11 e 17 tempestades com nome, de acordo com as previsões dos meteorologistas realizadas no início deste ano.

Com tempestades devastadoras como Harvey, Irma e Maria, esta já foi a temporada de furacões mais ativa do Atlântico desde 2005, quando houve 28 tempestades com nome, que incluem tempestades tropicais e furacões.

A temporada é contabilizada oficialmente de 1 de junho a 30 de novembro.

Em uma atualização publicada em 1 de novembro, o NHC disse que o ano 2017 esteve até então "muito acima da média" em relação ao número de tempestades, em comparação com a média de 1981-2010.

Os fatores que podem gerar tempestades normalmente são uma temperatura da água do oceano de 0,5 a 1,0 grau Celsius mais alta que a média, o aumento dos níveis de umidade na atmosfera, ventos mais fracos sobre a faixa tropical do Atlântico e do Caribe e mais fortes na África, segundo o analista do NHC Gerry Bell.

Normalmente há cerca de 12 tempestades por ano, das quais seis se transformam em furacões no Atlântico.

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AFP