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(Arquivo) O modelo S da fabricante Tesla, em Frankfurt, no dia 16 de setembro de 2015

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A fabricante americana de veículos elétricos Tesla anunciou nesta terça-feira que não prevê desativar seu sistema de condução automática, o 'Autopilot', objeto de uma investigação oficial das autoridades dos Estados Unidos após a morte de um homem que viajava com este sistema ativado.

O presidente da Tesla, Elon Musk, afirmou que os donos de carros elétricos de luxo precisam ser instruídos sobre como utilizá-los, em entrevista ao jornal americano Wall Street Journal.

"Muita gente não entende o que é nem como ativá-lo", disse o empresário.

Ele ressaltou que a empresa classificou a tecnologia como "beta", ou versão de teste avançada, para indicar que o sistema ainda não foi aperfeiçoado e que, portanto, o usuário "não deve ser complacente".

Contatada pela AFP, a Tesla não quis comentar o assunto.

Em maio, um homem morreu na Flórida enquanto usava o 'Autopilot' no carro Model S da Tesla. Nem o motorista nem o sistema conseguiram detectar a manobra de um caminhão que cruzou com o veículo, de modo que os freios não foram acionados.

O sistema permite que o veículo mude automaticamente de pista, controle a velocidade e freie para evitar uma colisão. A função é ativada pelo motorista e pode ser anulada por ele.

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AFP