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(Arquivo) Foto tirada em 8 de setembro de 2017 msotra o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, em Washington DC

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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, conversou por telefone nesta terça-feira com a líder birmanesa, Aung Sang Suu Kyi, sobre as "acusações profundamente preocupantes de abusos e violações aos direitos humanos" contra a minoria rohingya.

Tillerson "saudou o compromisso do governo birmanês em pôr fim à violência no estado de Rakain", no oeste de Mianmar, "e a permitir que as pessoas deslocadas pela violência a voltar a suas casas", segundo um comunicado do Departamento de Estado.

Ele também pediu "ao governo e aos militares birmaneses que facilitem a ajuda humanitária para os deslocados".

Nas últimas semanas, mais de 400.000 muçulmanos rohingyas abandonaram Rakain e pediram refúgio em Bangladesh, em resposta a uma campanha militar que ativistas de direitos humanos e alguns líderes do mundo qualificaram de "limpeza étnica".

Em sua intervenção durante a inauguração da Assembleia Geral da ONU, o presidente francês, Emmanuel Macron, denunciou a "limpeza étnica" contra esta minoria muçulmana em Mianmar.

"As operações militares devem acabar, o acesso humanitário deve ser garantido, e os direitos humanos restabelecidos, diante disso que, sabemos, é uma limpeza étnica", declarou Macron em seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU.

Horas antes do começo da Assembleia, Aung San Suu Kyi tentou responder, de Mianmar, as críticas da comunidade internacional sobre a crise dos rohingyas, mas sem se posicionar contrariamente ao poderoso exército birmanês nem a uma opinião pública com um profundo sentimento antimuçulmano.

A líder birmanesa disse que seu país está pronto para organizar o retorno dos rohingyas. "Estamos preparados para iniciar o processo de verificação a qualquer momento", disse a dirigente de Mianmar, referindo-se àqueles que fugiram para Bangladesh em um êxodo sem precedentes.

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AFP