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(Arquivo) Foto tirada em 1º de agosto de 2017 mostra o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, em Washington DC

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O chefe da diplomacia americana, Rex Tillerson, visitará Mianmar em 15 de novembro para abordar com as autoridades locais a crise que afeta a minoria muçulmana rohingya, que provocou o êxodo de mais de 600.000 pessoas para Bangladesh nos últimos seis meses.

O Departamento de Estado assinalou em comunicado que Tillerson se reunirá em Naypyidaw, a capital administrativa, "com dirigentes de alto escalão" birmaneses para falar da "crise humanitária no estado de Rakhine e do apoio dos Estados Unidos à transição democrática de Mianmar".

As autoridades birmanesas negaram as acusações da ONU de que esta minoria sofra uma "limpeza étnica", argumentando que seu único objetivo é erradicar a rebelião muçulmana do Exército da Salvação Rohingya de Rakhine.

Os rohingyas representam a maior população apátrida do mundo desde que a junta militar retirou sua nacionalidade birmanesa em 1982.

Eles não dispõem de documentos de identidade, não podem se casar ou viajar sem autorização, e tampouco têm acesso ao mercado de trabalho ou aos serviços públicos, como escolas e hospitais.

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AFP