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O secretário de Estado americano, Rex Tillerson

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Os chefes do Exército birmanês são "responsáveis" pela crise da minoria muçulmana dos rohingyas, declarou nesta quarta-feira (18) o secretário de Estado americano, Rex Tillerson.

"Estamos muito preocupados com o que acontece com os rohingyas em Mianmar", disse durante uma intervenção ante o grupo de reflexão Center for Strategic and International Studies, em Washington. "O mundo não pode (...) continuar como observador diante das atrocidades que estão sendo cometidas".

"Realmente acreditamos que os dirigentes militares são responsáveis pelo que ocorre", acrescentou, destacando que esteve em contato com a dirigente civil do governo birmanês, Aung San Suu Kyi.

Os Estados Unidos insistem desde o início desta crise na diferença entre o governo de Aung San Suu Kyi, a quem reiteraram o seu apoio, e os militares, com os quais a vencedora do prêmio Nobel da Paz divide o poder.

Em meados de setembro, Tillerson já havia dito "muito claramente aos militares" que a "perseguição" dos rohingyas era "inaceitável".

De acordo com as últimas cifras da ONU, mais de 580.000 muçulmanos rohingyas fugiram de Mianmar desde 25 de agosto para se refugiar em Bangladesh.

A crise começou quando, depois de denunciar os maus-tratos sofridos por sua minoria em Mianmar, os rebeldes rohingyas atacaram dependências da Polícia no fim de agosto, desatando uma severa repressão policial.

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AFP